Tattle: T.T.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Nem só de homúnculos fúngicos, dinossauros e gorilas anabolizados é composto o Universo do Cogumelo; e T.T., também conhecido nas histórias em quadrinhos como TicToc, mostra que sempre há tempo para conhecer as centenas de criaturas peculiares do Marioverso.

Passa, tempo, tic-tac, tic-tac, passa, hora... o conceito de criação do sistemático T.T. de Diddy Kong Racing já estava na boca de Vinicius de Moraes há muito tempo. Essencial para o gênero de velocidade das corridas selvagens do chimpanzé da Nintendo, T. T. tem o rosto, o ponteiro e as mãos amigas necessárias para manter um registro rigoroso do total de números conquistados pelos corredores. Os jogadores também podem dar partida a corridas amistosas contra o sempre pontual recepcionista; a recompensa a quem vencer do cronômetro ambulante todas as vezes é desbloqueá-lo como um personagem jogável. Os desafios contra o tempo se tornam ainda mais sofisticados em Diddy Kong Racing DS (2007), em que o cumpridouro T.T. deve ser liberto de portas trancafiadas e vencido em todas as pistas das áreas que compreendem Dino Domain até Future Fun Land no modo que ele mais domina — o Time Trial.

Na história em quadrinhos "Sag niemals Holerö!" da revista alemã Club Nintendo, T.T., aqui referido como "TicToc", é encontrado por Mario e sua turma numa locomotiva durante uma viagem para trocar suas baterias. Com o poder de congelar o tempo, TicToc ajudou os heróis a derrotar o temível alienígena KKDU, antagonista da narrativa.

Possuidor das melhores estatísticas de corrida entre todos os personagens do jogo, T.T. não perde tempo em se consolidar como um grande fenômeno do automobilismo. Quem sabe ele não faz uma hora em Mario Kart qualquer dia desses?
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