Dono do "SNES PlayStation" divulga imagens do aparelho em funcionamento, e diz que pretende doá-lo a museu

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Encontrado por acaso no sótão de uma residência norte-americana, o raríssimo protótipo do "SNES PlayStation", fruto de uma breve porém lendária parceria entre Nintendo e Sony na década de 90, causou grande comoção em toda a comunidade gamer em julho deste ano. O aparelho foi descoberto por Dan Diebold na casa de seu pai, que chegou a trabalhar em uma empresa administrada por Olaf Olafsson, ex-presidente da Sony Interactive Entertainment, e levantou muitas dúvidas a respeito de sua legitimidade, principalmente porque na época não foi possível mostrar o aparelho em funcionamento.

Mas o tempo passou, e finalmente Dan, acompanhado por seu pai Terry Diebold, conseguiu colocar o "SNES PlayStation" em ação, e isso aconteceu durante o evento Retro.HK Expo, realizado recentemente na cidade chinesa de Hong Kong. Embora tenham levado o aparelho ao evento apenas para que ele fosse examinado por profissionais da área, os Diebold conseguiram bem mais do que isso, e tiveram a oportunidade de descobrir que, mesmo após mais de trinta anos, o aparelho ainda consegue inicializar perfeitamente.

Como nenhum game dedicado foi produzido para este console, pai e filho tiveram que se contentar em testar alguns games do Super Nintendo no aparelho, que aparentemente rodaram sem problemas. Veja algumas imagens e também um vídeo deste histórico momento logo abaixo, e clique aqui caso queira conferir uma seleção ainda maior de fotos; caso não consiga assistir ao vídeo, clique aqui para acesso direto à matéria original do site Engadget onde ele foi publicado.



Apesar de terem recebido uma generosa proposta de U$45 mil por esta "relíquia", os donos do "SNES PlayStation" já não pensam mais em vender o aparelho, e consideram seriamente a possibilidade de doá-lo a um museu. Uma decisão que sem dúvida seria muito apreciada por todas as pessoas que desejam conhecer este mítico console mais de perto, você não acha, leitor(a)?

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