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| Imagem: Reprodução/Nintendo/Famitsu |
De acordo com o próprio Yamamoto, a decisão de remover completamente o conceito de dano e pontos de vida surgiu de forma orgânica, a partir da observação do comportamento da própria equipe de desenvolvimento durante os testes internos do jogo. Confira o relato do diretor, traduzido a partir da entrevista original:
No início, havia um elemento de dano. O jogo terminava se seus pontos de vida chegassem a zero. Só que, muitas vezes, isso resultava em um "game over" sem que o jogador nem percebesse. A equipe de desenvolvimento e todo mundo lá na Nintendo estava jogando ativamente, mas, ao experimentar coisas diferentes, nós frequentemente sofríamos dano, e, antes que déssemos conta, os pontos de vida já tinham acabado. Ninguém mais se importava de verdade com o dano ou com os pontos de vida. Então pensamos: isso só está atrapalhando.
Isso ajuda a explicar uma das características mais notórias de Yoshi and the Mysterious Book desde seu lançamento: a ausência total de condições de derrota, com fases estruturadas como verdadeiras caixas de areia abertas, nas quais o foco recai inteiramente sobre a observação e a interação com as criaturas encontradas ao longo da aventura ao invés de desafios tradicionais de plataforma ou combate.
Yoshi and the Mysterious Book foi desenvolvido pelo estúdio Good-Feel, mesmo responsável por Yoshi's Woolly World e Yoshi's Crafted World, e lançado mundialmente para o Nintendo Switch 2 em 21 de maio de 2026, como parte das celebrações de 40 anos de Super Mario Bros. O jogo conta a história de Yoshi investigando as páginas de um livro falante chamado Professor E. Nigma, repleto de criaturas estranhas para descobrir e catalogar.
E você, querido(a) leitor(a), prefere a versão final de Yoshi and the Mysterious Book sem sistema de dano, ou gostaria de ter visto a ideia original ser mantida? Comente na seção abaixo ou nas redes sociais do Reino do Cogumelo!
Via Famitsu
