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| Imagem: Reprodução/Nintendo |
Ao descrever sua conexão pessoal com o design da fase 1-2 de Super Mario Bros. (NES), Motokura destacou a importância do nível subterrâneo:
Eu amo essa fase desde que era criança. Você pode interagir com quase tudo na tela e, dependendo de como você faz isso, existem múltiplas maneiras de prosseguir.
Essa filosofia de interatividade foi inicialmente testada durante o desenvolvimento de Super Mario Odyssey (2017). Na época, a equipe buscava uma forma mais orgânica de representar a destruição de rochas. Segundo Motokura, o objetivo era evoluir de uma interação simples em pontos específicos para algo que afetasse a superfície dos objetos de maneira sistêmica.
Desenvolvido pela equipe especializada em títulos 3D da série Super Mario, Donkey Kong Bananza utiliza essa lógica para permitir que o protagonista destrua e molde biomas inteiros. No hardware do Nintendo Switch 2, a mecânica permite que Donkey Kong soque paredes e arranque partes do cenário para interagir com o ambiente e combater inimigos. É muito bonito pensar que o impressionante feito técnico de Donkey Kong Bananza partiu, parcialmente, da forma como o executivo da Nintendo transformou memórias de 8 bits em um sistema de física complexo.
E você, querido(a) leitor(a)? O que achou da aplicação de conceitos clássicos do NES em mecânicas modernas de destruição de cenário? Comente na seção abaixo ou nas redes sociais do Reino do Cogumelo!
Via Game File
