Uma Odisseia no Espaço e no Tempo: Reino do Cogumelo na GoGame!

Desde o dia 3 de julho de 2010, o BarraShoppingSul, em Porto Alegre (RS), tem alojado um dos maiores eventos da história dos video games no Brasil: o GoGame. Trata-se de uma gloriosa jornada no tempo relativo ao entretenimento interativo, que vai de Tennis for Two até os jogos da atualidade, quase que infinitamente potentes. O Reino do Cogumelo esteve lá numa sexta-feira, dia 30 de julho de 2010, para conferir o que o evento tinha para nos mostrar; e, mesmo não tendo assistido a nenhuma palestra ou participado das feiras de troca, os resultados de um dia regular no GoGame, por si só, já foram o suficiente para nos deixar completamente boquiabertos.
Aprendi como é a sensação de colocar as mãos num Philco Telejogo II de 1977 ou de jogar Didi na Mina Encantada num Odyssey completamente original. Quando entramos, fomos bombardeados com surpresas nostálgicas e voltamos a ser crianças – coisa que não é lá muito difícil! O evento exibia inúmeros consoles da velha e da nova geração dentro de estandes personalizados, que nos permitiam acompanhar a história dos video games de um modo resumido, completo e graficamente confortável. Os destaques do GoGame eram divididos em zonas diferentes; em “Onde Tudo Começou”, por exemplo, aprendemos sobre a origem dos video games, que data o ano de 1958 com o jogo para PC Tennis for Two. Confira uma lista do que mais nos chamou a atenção:
Onde Tudo Começou
• Tênis para dois: O sistema de 1977, Philco Telejogo II, traz três jogos extremamente simples, mas que mesmo assim, podem consumir sua atenção e tempo: Tênis, Futebol e Paredão. O disponível no dia era Tênis, no qual dois players disputavam uma partida em duas cores. E ainda que o gráfico ficasse horrível nos televisores em HD, Eduardo Jardim e Débora Piccini jogaram até o game bugar...
• O segundo pior jogo do mundo: O momento no qual minhas emoções colidiram mais, particularmente, foi ao jogar Atari, lançado em 1977. Não que eu nunca o tivesse jogado (eu tive um em meus primeiros anos de vida), mas a sensação de retomar em mãos aquele sensível controle no melhor estilo botão-e-alavanca foi ótima; entretanto, o jogo disponível era, pura e simplesmente, Pac-Man. Nada contra o famoso “Come-Come”, mas sua versão para Atari é tida como o segundo pior jogo de todos os tempos – perdendo apenas para E.T.: The Extra-Terrestrial. Os sons irritantes, a dificuldade enorme e os fantasmas cintilantes que causaram ataques de epilepsia nas crianças de antigamente foram alguns dos fatores desta baixíssima classificação.
• Ô da poltrona!: Tivemos o êxtase de jogar um velho Odyssey²; no Brasil, o console foi chamado simplesmente de “Odyssey”, visto que a primeira versão do video game da Magnavox nunca chegou em terras tupiniquins. O jogo na demonstração? Nada mais, nada menos que Didi na Mina Encantada! (1983). O maior trapalhão de todos os tempos marca sua história numa versão brasileira e amalucada de Pick Axe Pete!, no objetivo de coletar pepitas de ouro numa mina misteriosa. Passei três fases... Cacildis!
• Olá, Nintendo: Chegou a hora da grande N marcar suas raízes na história dos jogos e dar um basta na terrível crise dos video games de 1983 com o Nintendo Entertainment System, mais conhecido como nosso querido Nintendinho – ou NES. O console disponível no evento era ainda mais especial - a versão original japonesa do NES, o Family Computer, muitas vezes abreviado como Famicom. Infelizmente, não pudemos jogar nenhum dos “Marios” da era 8-bit, mas experimentamos um pouco de Ninja Gaiden, um dos jogos pioneiros na exibição de efeitos cinemáticos durante a transição das fases. O game, que não foi tão popularizado no Brasil devido à carência de mídia de divulgação (que só foi investida pela Nintendo em 1993), conta a história de Ryu Hayabusa, um ninja que deve transitar até os Estados Unidos para obter informações sobre uma misteriosa estátua.
• Jogos de Verão: Estreando no Japão em 1986, o Master System, da Sega, sofreu forte concorrência com o Famicom, da Nintendo. Naquela época, as companhias já entravam em atrito... O jogo em exibição era o famoso Jogos de Verão, que fez bastante sucesso entre as famílias brasileiras. Interessantíssimo o modo como o nome dos jogos era traduzido nessa época; “Jogos de Verão” veio a ser o nome aportuguesado de California Games, que dava aos jogadores seis modalidades esportivas – skate, surfe, BMX, frisbee, patinação e embaixadinha – como desafio principal.
• O Raio Azul: Em 1988, é lançado o Mega Drive, da Sega. Em 1991, a empresa decidiu dar de cara com o sucesso que Mario estava tendo ao redor do mundo todo com um sistema de jogabilidade rápido e excitante; um certo ouriço azul chamado Sonic the Hedgehog.
• Surge o Phantom: Quando a Nintendo ainda não tinha interesse em lançar seus jogos no Brasil, os jogadores brasileiros mais ávidos por tecnologia, secos de tanto jogar Atari 2600, sentiam-se sedentos pelos consoles que nunca pousavam por aqui. Olhando para isso, a empresa Gradiente foi a responsável pela criação do Phantom System – considerado um clone do NES original compatível com seus jogos. O Phantom fez bastante sucesso aqui no Brasil, e no evento, pudemos jogar Elevator Action no Phantom: o jogo gira em torno de um espião que se infiltra num edifício repleto de elevadores na missão de coletar sete documentos secretos, armado com uma pistola e usando de uma série aumentativamente complexa de elevadores para se locomover. Alguns tiros depois, e eu fui pro beleléu – ou melhor, para o próximo estande.
• Hadouken! Em 1990, a Nintendo decidiu entrar de mala e cuia no universo dos jogos em 16-bit com o sucessor do NES, o famoso Super Nintendo Entertainment System. O Super NES (versão ocidental do Super Famicom) introduziu gráficos e capacidades sonoras avançadas em comparação com os demais consoles da época. Somado a isso, uma variedade de chips de melhoria (integrados nas placas de circuito) ajudaram a mantê-lo cada vez mais competitivo no mercado. O jogo em destaque para este SNES não exige muita explicação: era simplesmente Street Fighter. O que dizer além de "Hadouken!"?
• A Manobra da Sony: Em 1994 (Japão) e 1995 (Estados Unidos), a Sony Computer Entertainment produziu o PlayStation, um console da quinta geração (32-bit) que popularizou o CD-ROM e ficou marcado por ser o primeiro a vender 100 milhões de unidades - um número alcançado 9 anos depois de seu lançamento inicial. O jogo em exibição era o revolucionário Tony Hawk's Pro Skater, que, pelo menos naquela época, dominava o gênero. Ollies, Shove Its e Flips rolaram soltos enquanto eu esforçava minha memória para me lembrar das manobras.
• O Saturn: Também em 1995, surgiu o Sega Saturn, desenvolvido pela Sega. No entanto, ele não conseguiu combater o sucesso de seus concorrentes PlayStation e Nintendo 64. Algum jogo de esportes radicais ilustrava o televisor do console.
• A revolução 64: O terceiro console da Nintendo entrou em campo em 1996 e foi batizado após o número de sua CPU, de 64-bit. Foi lançado em 1996 no Japão e América do Norte, em março de 1997 na Europa e Austrália, setembro de 1997 na França e, infelizmente, só em dezembro de 1997 o console chegou ao Brasil. O 64 foi o terceiro e último console da quinta geração, tal como o mais avançado tecnologicamente. No entanto, o tipo de armazenamento tinha limitações que prejudicavam um pouco a competitividade no mercado, e uma limitação significante foi a pequena capacidade da mídia baseada em cartuchos ao invés dos CDs usados pela concorrência; a capacidade limitada forçava os designers a produzir jogos adequados num espaço restrito. No entanto, vale lembrar que o tempo de acesso dos jogos de cartucho da quinta geração é muito mais curto do que o de jogos de CD, o que oferecia vantagens óbvias sobre os concorrentes. Na área "Onde Tudo Começou", o 64 disponibilizava Wave Race 64, um jogo de corrida de jet skis.
• O Último Console da Sega: No finalzinho de 1998, a Sega tenta mais uma vez com o Dreamcast, o sucessor do Sega Saturn; esta, foi a primeira entrada na sexta geração de video games, sendo rivalizada em seguida pelo PlayStation 2, o Xbox (da Microsoft) e o Nintendo GameCube. Quem foi na GoGame, pôde jogar Crazy Taxi no Dreamcast.
• A 6º Geração: Em último lugar, mas não menos importante, a exposição interativa disponibilizou os jogos restantes da sexta geração, sendo estes: PlayStation 2, Xbox e GameCube. O último, é o primeiro console da Nintendo a fazer uso dos discos ópticos como meio de armazenamento primário. Ao contrário de seus concorrentes, o GameCube usa discos baseados em miniDVDs ao invés de DVDs completos. Mas pode esquecer de Luigi's Mansion ou Super Mario Sunshine: o jogo disponível para o sistema na GoGame era I-Ninja.
Evolution
Provavelmente a área mais atraente para os leitores do Reino do Cogumelo na exposição GoGame foi a "Evolution", que contava a trajetória dos personagens de video games desde suas raízes. Adivinha qual era o destaque da vez? A resposta repousa em nossos corações e mentes: Mario. A história do encanador era revisada através de três consoles do Super NES, dois Nintendos 64, dois Wiis e - quem diria! - um Dynavision III! O console da Dynacom estava equipado com o jogo Super Mario Bros. 2 (ou o original Super Mario USA), de 1988. A Dynacom é conhecida pela produção de clones de consoles da Nintendo e de outras empresas. Talvez pela falta extrema de costume, detestei os comandos do controle do Dynavision III...
Falando de jogos originais da Nintendo, tínhamos Super Mario World para Super NES, o jogo com o qual cresci e no qual salvei a Princesa Toadstool naquele momento. Os outros Super Nintendos estavam equipados com Super Mario Kart e Super Mario All-Stars. Não sou pessoalmente bom em Mario Kart, confesso, portanto a experiência mais aprazível ficou por conta da veterana Dé... Já o Super Mario All-Stars exibia a versão em 16-bit de Super Mario Bros. 2, que, como você leu, já havia sido destacado antes. O casal do Reino do Cogumelo, saudoso de Super Mario Bros. 3, foi quem tirou o segundo título da série e inseriu o terceiro. E, acredite, fomos dali ao infinito - do World 1 até o 8. Quem vê pensa que somos extremamente malucos pelo game, mas a verdade é que a manha das duas flautas nos mandou do primeiro mundo direto para o oitavo... O resto, que ficasse por conta dos admiradores mais fervorosos do game!
Nos consoles Nintendo 64, jogamos um pouco de Super Mario 64 e demos uma olhada em Super Smash Bros. Nossa atenção foi roubada, porém, por Super Mario Galaxy e New Super Mario Bros. Wii, que rodavam, vazios, nos consoles da frente. Olá, sétima geração! Batalhas intergalácticas de nível épico e uma jornada pelo maravilhoso mundo bidimensional do encanador nos tomou o maior período de tempo - e quando menos esperávamos, o dia já se tornara tarde da noite...
O evento também trouxe, aos mais interessados, palestras imperdíveis com profissionais da indústria, campeonatos de jogos de futebol, guerra, Guitar Hero e muito mais. É imprescindível o que se pode absorver ao presenciar pessoas de idades diferentes admirando a exposição dos video games; uma das cenas que mais me comoveu foram pessoas mais velhas jogando Wii talvez pela primeira vez, intercalando-se com garotinhos que experimentavam os jogos de duas décadas antes de seus próprios nascimentos. Sensação como essa é ímpar. É em nome de toda a equipe do Reino do Cogumelo que venho parabenizar todas as companhias e pessoas que investiram para que o GoGame tenha sido realizado, e que este seja apenas o começo de um choque de gerações unidas pelo respeito aos video games e a tudo o que eles nos proporcionam.
Aprendi como é a sensação de colocar as mãos num Philco Telejogo II de 1977 ou de jogar Didi na Mina Encantada num Odyssey completamente original. Quando entramos, fomos bombardeados com surpresas nostálgicas e voltamos a ser crianças – coisa que não é lá muito difícil! O evento exibia inúmeros consoles da velha e da nova geração dentro de estandes personalizados, que nos permitiam acompanhar a história dos video games de um modo resumido, completo e graficamente confortável. Os destaques do GoGame eram divididos em zonas diferentes; em “Onde Tudo Começou”, por exemplo, aprendemos sobre a origem dos video games, que data o ano de 1958 com o jogo para PC Tennis for Two. Confira uma lista do que mais nos chamou a atenção:Onde Tudo Começou
• Tênis para dois: O sistema de 1977, Philco Telejogo II, traz três jogos extremamente simples, mas que mesmo assim, podem consumir sua atenção e tempo: Tênis, Futebol e Paredão. O disponível no dia era Tênis, no qual dois players disputavam uma partida em duas cores. E ainda que o gráfico ficasse horrível nos televisores em HD, Eduardo Jardim e Débora Piccini jogaram até o game bugar...
• O segundo pior jogo do mundo: O momento no qual minhas emoções colidiram mais, particularmente, foi ao jogar Atari, lançado em 1977. Não que eu nunca o tivesse jogado (eu tive um em meus primeiros anos de vida), mas a sensação de retomar em mãos aquele sensível controle no melhor estilo botão-e-alavanca foi ótima; entretanto, o jogo disponível era, pura e simplesmente, Pac-Man. Nada contra o famoso “Come-Come”, mas sua versão para Atari é tida como o segundo pior jogo de todos os tempos – perdendo apenas para E.T.: The Extra-Terrestrial. Os sons irritantes, a dificuldade enorme e os fantasmas cintilantes que causaram ataques de epilepsia nas crianças de antigamente foram alguns dos fatores desta baixíssima classificação.• Olá, Nintendo: Chegou a hora da grande N marcar suas raízes na história dos jogos e dar um basta na terrível crise dos video games de 1983 com o Nintendo Entertainment System, mais conhecido como nosso querido Nintendinho – ou NES. O console disponível no evento era ainda mais especial - a versão original japonesa do NES, o Family Computer, muitas vezes abreviado como Famicom. Infelizmente, não pudemos jogar nenhum dos “Marios” da era 8-bit, mas experimentamos um pouco de Ninja Gaiden, um dos jogos pioneiros na exibição de efeitos cinemáticos durante a transição das fases. O game, que não foi tão popularizado no Brasil devido à carência de mídia de divulgação (que só foi investida pela Nintendo em 1993), conta a história de Ryu Hayabusa, um ninja que deve transitar até os Estados Unidos para obter informações sobre uma misteriosa estátua.
• Jogos de Verão: Estreando no Japão em 1986, o Master System, da Sega, sofreu forte concorrência com o Famicom, da Nintendo. Naquela época, as companhias já entravam em atrito... O jogo em exibição era o famoso Jogos de Verão, que fez bastante sucesso entre as famílias brasileiras. Interessantíssimo o modo como o nome dos jogos era traduzido nessa época; “Jogos de Verão” veio a ser o nome aportuguesado de California Games, que dava aos jogadores seis modalidades esportivas – skate, surfe, BMX, frisbee, patinação e embaixadinha – como desafio principal.• O Raio Azul: Em 1988, é lançado o Mega Drive, da Sega. Em 1991, a empresa decidiu dar de cara com o sucesso que Mario estava tendo ao redor do mundo todo com um sistema de jogabilidade rápido e excitante; um certo ouriço azul chamado Sonic the Hedgehog.
• Surge o Phantom: Quando a Nintendo ainda não tinha interesse em lançar seus jogos no Brasil, os jogadores brasileiros mais ávidos por tecnologia, secos de tanto jogar Atari 2600, sentiam-se sedentos pelos consoles que nunca pousavam por aqui. Olhando para isso, a empresa Gradiente foi a responsável pela criação do Phantom System – considerado um clone do NES original compatível com seus jogos. O Phantom fez bastante sucesso aqui no Brasil, e no evento, pudemos jogar Elevator Action no Phantom: o jogo gira em torno de um espião que se infiltra num edifício repleto de elevadores na missão de coletar sete documentos secretos, armado com uma pistola e usando de uma série aumentativamente complexa de elevadores para se locomover. Alguns tiros depois, e eu fui pro beleléu – ou melhor, para o próximo estande.
• Hadouken! Em 1990, a Nintendo decidiu entrar de mala e cuia no universo dos jogos em 16-bit com o sucessor do NES, o famoso Super Nintendo Entertainment System. O Super NES (versão ocidental do Super Famicom) introduziu gráficos e capacidades sonoras avançadas em comparação com os demais consoles da época. Somado a isso, uma variedade de chips de melhoria (integrados nas placas de circuito) ajudaram a mantê-lo cada vez mais competitivo no mercado. O jogo em destaque para este SNES não exige muita explicação: era simplesmente Street Fighter. O que dizer além de "Hadouken!"?
• A Manobra da Sony: Em 1994 (Japão) e 1995 (Estados Unidos), a Sony Computer Entertainment produziu o PlayStation, um console da quinta geração (32-bit) que popularizou o CD-ROM e ficou marcado por ser o primeiro a vender 100 milhões de unidades - um número alcançado 9 anos depois de seu lançamento inicial. O jogo em exibição era o revolucionário Tony Hawk's Pro Skater, que, pelo menos naquela época, dominava o gênero. Ollies, Shove Its e Flips rolaram soltos enquanto eu esforçava minha memória para me lembrar das manobras.• O Saturn: Também em 1995, surgiu o Sega Saturn, desenvolvido pela Sega. No entanto, ele não conseguiu combater o sucesso de seus concorrentes PlayStation e Nintendo 64. Algum jogo de esportes radicais ilustrava o televisor do console.
• A revolução 64: O terceiro console da Nintendo entrou em campo em 1996 e foi batizado após o número de sua CPU, de 64-bit. Foi lançado em 1996 no Japão e América do Norte, em março de 1997 na Europa e Austrália, setembro de 1997 na França e, infelizmente, só em dezembro de 1997 o console chegou ao Brasil. O 64 foi o terceiro e último console da quinta geração, tal como o mais avançado tecnologicamente. No entanto, o tipo de armazenamento tinha limitações que prejudicavam um pouco a competitividade no mercado, e uma limitação significante foi a pequena capacidade da mídia baseada em cartuchos ao invés dos CDs usados pela concorrência; a capacidade limitada forçava os designers a produzir jogos adequados num espaço restrito. No entanto, vale lembrar que o tempo de acesso dos jogos de cartucho da quinta geração é muito mais curto do que o de jogos de CD, o que oferecia vantagens óbvias sobre os concorrentes. Na área "Onde Tudo Começou", o 64 disponibilizava Wave Race 64, um jogo de corrida de jet skis.
• O Último Console da Sega: No finalzinho de 1998, a Sega tenta mais uma vez com o Dreamcast, o sucessor do Sega Saturn; esta, foi a primeira entrada na sexta geração de video games, sendo rivalizada em seguida pelo PlayStation 2, o Xbox (da Microsoft) e o Nintendo GameCube. Quem foi na GoGame, pôde jogar Crazy Taxi no Dreamcast.• A 6º Geração: Em último lugar, mas não menos importante, a exposição interativa disponibilizou os jogos restantes da sexta geração, sendo estes: PlayStation 2, Xbox e GameCube. O último, é o primeiro console da Nintendo a fazer uso dos discos ópticos como meio de armazenamento primário. Ao contrário de seus concorrentes, o GameCube usa discos baseados em miniDVDs ao invés de DVDs completos. Mas pode esquecer de Luigi's Mansion ou Super Mario Sunshine: o jogo disponível para o sistema na GoGame era I-Ninja.
Evolution
Provavelmente a área mais atraente para os leitores do Reino do Cogumelo na exposição GoGame foi a "Evolution", que contava a trajetória dos personagens de video games desde suas raízes. Adivinha qual era o destaque da vez? A resposta repousa em nossos corações e mentes: Mario. A história do encanador era revisada através de três consoles do Super NES, dois Nintendos 64, dois Wiis e - quem diria! - um Dynavision III! O console da Dynacom estava equipado com o jogo Super Mario Bros. 2 (ou o original Super Mario USA), de 1988. A Dynacom é conhecida pela produção de clones de consoles da Nintendo e de outras empresas. Talvez pela falta extrema de costume, detestei os comandos do controle do Dynavision III...
Nos consoles Nintendo 64, jogamos um pouco de Super Mario 64 e demos uma olhada em Super Smash Bros. Nossa atenção foi roubada, porém, por Super Mario Galaxy e New Super Mario Bros. Wii, que rodavam, vazios, nos consoles da frente. Olá, sétima geração! Batalhas intergalácticas de nível épico e uma jornada pelo maravilhoso mundo bidimensional do encanador nos tomou o maior período de tempo - e quando menos esperávamos, o dia já se tornara tarde da noite...O evento também trouxe, aos mais interessados, palestras imperdíveis com profissionais da indústria, campeonatos de jogos de futebol, guerra, Guitar Hero e muito mais. É imprescindível o que se pode absorver ao presenciar pessoas de idades diferentes admirando a exposição dos video games; uma das cenas que mais me comoveu foram pessoas mais velhas jogando Wii talvez pela primeira vez, intercalando-se com garotinhos que experimentavam os jogos de duas décadas antes de seus próprios nascimentos. Sensação como essa é ímpar. É em nome de toda a equipe do Reino do Cogumelo que venho parabenizar todas as companhias e pessoas que investiram para que o GoGame tenha sido realizado, e que este seja apenas o começo de um choque de gerações unidas pelo respeito aos video games e a tudo o que eles nos proporcionam.











7 comentários:
q chato queria ter ido
eu tb queria ter ido parece q o evento tava bom mesmo...
Eu fui. Cara era muito foda! Consegui VIRAR o Super Mario World!
na foto do n64, o console tá ligado :P
Eu adorava meu Dreamcast , era um jogo e tanto
eu tanbei querria ir eu querria levar meu N64 o meu GC tanbei GC nao o grand chese sim o game cube
eu tambem fui junto com o pacoburger eu e ele ficamo jogando mario world(a gente nem virou o mario world)
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